30 de setembro de 2008

Paris sous la pluie

Paris sous la pluie é um belíssimo livro de fotos recém lançado em Paris, resultado do trabalho de livre diligência artística do excelente fotógrafo e cineasta Chistophe Jacrot.

Após receber uma encomenda urgente de imagens da cidade sob o sol para um guia turístico, o autor teve a idéia de fazer o oposto - retratar Paris sob a chuva. Explica-se: a irônica encomenda das fotos ‘ensolaradas’ fora feita num dia de extremo mau tempo.

Em favor do olhar do fotógrafo em Paris sous la pluie, descobrimos uma cidade mais humana e mais deslocada daquela imagem que está sempre resplandecendo nos cartões postais. Através de suas fotos - todas em cores e legendadas com palavras que refletem bem sua presença de espírito, Jacrot nos convida a ver este lado poético, agridoce, às vezes melancólico - mas, sobretudo, irônico - que envolve a passagem despercebida de figurantes anônimos.

Duas exposições das fotos de Christophe Jacrot estão marcadas para Paris nos próximos meses, anote na sua agenda:

Little Big Galerie
De 1 de outubro a 1 de novembro de 2008
45 rue Lepic
Tel.: 06 0866 2564
Metrô: Abbesse ou Blanche linha 2
Aberta de terça a domingo das 14h30 às 19h30

Galerie du Lucernaire
De 1 a 28 de dezembro de 2008
53 rue Notre Dame-des-Champs
Tel.: 01 4544 5734
Metrô: Notre Dame-des-Champs linha 12 ou Vavin linha 4
Aberta de segunda a sabado das 10h00 às 22h00. Domingos das 14h00 às 22h00.
http://www.lucernaire.fr/video/index.html

Para saber mais: http://christophe.jacrot.googlepages.com/

Paris sous la pluie
Christophe Jacrot
Editora Chêne
127 páginas (21cm x 26cm x 1,6cm)
Preço sugerido: 19,90€
Na Fnac: Paris sous la pluie

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Fotos: Christophe Jacrot, do blog oficial do autor (bien sûr).

Junku: livraria japonesa em Paris

A Junku é sem dúvida alguma a melhor e maior livraria japonesa em Paris. Além de uma infinidade de livros em japonês de todas as categorias, revistas de grande circulação como a Hiragana Times e um invejável acervo de mangas. Alguns CDs, DVDs e artigos de papelaria (tudo japonês, claro) também estão a venda na loja. Alguns livros de fotos impressionam até mesmo quem, assim como eu, não entende nada do idioma. A livraria ainda conta com alguns títulos em francês para quem quiser aprender um pouco mais sobre a cultura japonesa. Também vende pela Internet.

Junku
18 rue des Pyramides
Tel.: 01 4260 8912
Abre de segunda a sábado das 10h00 às 19h00
Metrô: Tuileries linha 1 ou Pyramides linha 14
http://www.junku.fr/

Église Saint-Roche

A santíssima trindade dos cafés parisienses

Que Paris é famosa também pelos seus cafés ninguém duvida. Mas se você quer saber quais são os três cafés mais tradicionais, clássicos e sofisticados da cidade, não há muito o que pensar. Três nomes apenas virão imediatamente à cabeça: Café Marly, Deux Magots e Café de Flore - nem sempre nessa ordem, uma vez que todos os três são igualmente respeitáveis. Segue abaixo um pouquinho de informação sobre o que chamo (muito respeitosamente, claro) de 'a santíssima trindade dos cafés parisienses'.

Le Café Marly

O Café Marly está estrategicamente localizado em um endereço exclusivíssimo: sob as árcades externas ao final da ala Richilieu do Museu do Louvre, bem em frente à Grande Pirâmide. O café é um verdadeiro clássico parisiense e oferece um dos ambientes mais encantadores da cidade para se tomar um café - seja em suas elegantes salas decoradas por Olivier Gagnère em estilo Napoleão III, ou no bonito terraço aberto próximo ao Carrossel. O lugar é très chic e muito bem freqüentado - suas mesas estão sempre ocupadas por gente bonita com ares de ‘privilegiados ao nascer’, que se entregam habitualmente ao prazer de degustar os pratos originais e criativos do Marly. Além da geração happy few, algumas celebridades também fazem das mesas do Café Marly um de seus pontos de encontro - como o astro da música pop francesa Christophe Willem e a atriz americana Sharon Stone, por exemplo. Mas não se intimide com isso não, Joãozinho! Você pode (e deve) tomar pelo menos um chazinho com torradas no Café Marly num final de tarde, sem medo de ser feliz. As mesas do salão interior têm vista para o jardim de esculturas do Louvre. Já as mesas que ficam no exterior, sob as árcades, oferecem um panorama parisiense inesquecível - você terá ao mesmo tempo a vista da Grande Pirâmide, do Museu do Louvre (claro), do arco do Carrossel, do Jardim de Tuileries e da Torre Eiffel. E se estiver bem acompanhado para apreciar o pôr do sol, tanto melhor.

Le Café Marly
93 rue de Rivoli - cour Napoléon
Aberto de segunda a domingo das 8h00 às 2h00.
Atendimento em francês, inglês ou espanhol.
Tel.: 08 2610 0913
Metrô: Palais Royal - Musée du Louvre linha 1

Les Deux Magots - Café Litteraire

O café literário Les Deux Magots é o mais célebre café do quartier Saint-Germain-des-Prés - bairro famoso desde sempre por ser o reduto parisiense dos artistas e escritores de vanguarda. Oscar Wilde, Pablo Picasso, Ernest Hemingway, Umberto Eco, François Truffault, Saint-Exupéry, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre são apenas alguns dos nomes de intelectuais célebres que se reuniam no local em meados do século passado. E é esse espírito de ‘café intelectual’ que a casa mantém ainda hoje. Com seus garçons trajando fraque, da mesma maneira como faziam antigamente nos cafés parisienses, a descrição filosófica do típico “garçom de café” que Sartre faz em L’entre et le néant, segue mais atual que nunca. As mesinhas localizadas no terraço e na área reservada da calçada são perfeitas para um drinque refrescante nas tardes de sábado ou mesmo para um simples expresso. O Deux Magots é um dos grandes ícones da art de vivre parisiense. Entre os habitués da casa, Alain Delon.

Les Deux Magots - Café Litteraire
6 place Saint-Germain-des-Prés
Tel.: 01 4548 5525
Metrô: Saint-Germain-des-Prés linha 4
http://www.lesdeuxmagots.fr/

Café de Flore

Situado a poucos metros do Deux Magots encontra-se outro café mítico: o Café de Flore. Fundado no começo da Terceira República, em 1885, deve seu nome a uma pequena escultura localizada do outro lado do boulevard. Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Albert Camus, Jacques Prévert e outros tantos intelectuais parisienses também tinham cadeira cativa no Café de Flore, o que rendeu a notoriedade de café filosófico ao estabelecimento. Até hoje nos meses de setembro é entregue o Prêmio Flore a um autor que tenha se destacado como nova promessa no cenário literário da cidade. Apesar de ter mais de 100 anos, a decoração do café respeita cuidadosamente o estilo art déco dos anos 30. Talvez seja neste café a melhor oportunidade para se provar um autêntico croque-monsieur - o daqui faz jus a tanto prestígio.

Café de Flore

172 boulevard Saint-Germain
Tel.: 01 4548 5526
Metrô: Saint-Germain-des-Prés linha 4

Curiosidade: Repare nos telefones do Deux Magots e do Café de Flore. São diferentes apenas pela diferença de 1 no ultimo dígito - isso é o que eu chamo de fair play.

29 de setembro de 2008

Edith Piaf

Reconhecida mundialmente, a parisiense Edith Piaf fez de seu nome um verdadeiro sinônimo de chanson française. Dona de uma voz inconfundível, ficou famosa pelo modo quase teatral de interpretar suas músicas, como a inesquecível La vie en rose, de sua própria autoria. Apesar de todo o glamour de seus tempos áureos, Piaf teve uma vida marcada por sofrimentos e tragédias.

Edith Giovanna Gassion nasceu no dia 19 de dezembro de 1915 em Paris, filha de um acrobata normando e de uma cantora de café. Sua infância foi pobre e difícil ao lado da avó, que dirigia um bordel em Bernay, na Normandia. Devido a problemas de saúde, Piaf ficou cega aos 3 anos de idade, recuperando a visão apenas anos mais tarde. Na adolescência, Piaf passou a acompanhar o pai em algumas apresentações circenses e já aos 15 anos cantava nas ruas de Paris, em praças e cafés. Nessa época, apaixonou-se por um soldado da legião estrangeira, com quem teve uma filha, Marcelle, que morreu antes de completar 2 anos de idade. Algum tempo mais tarde, depois de tentar inutilmente mostrar seu trabalho a algumas gravadoras e editoras, foi descoberta por Louis Leplée, dono de um cabaré famoso na época. Foi ele quem a iniciou na vida artística e a batizou Piaf. Na época, Maurice Chevalier se encantou com sua figura frágil e triste (fragilidade que lhe rendeu o apelido de la môme - menina).

A partir de então, com a ajuda do amigo, tornou-se a maior cantora francesa de todos os tempos. Em 1941 fez seu primeiro filme, Montmartre sur Seine, ao lado de Henri Vidal. Com o fim da Segunda Guerra, Piaf conheceu Yves Montand, com quem teve um breve romance. Juntos, no grupo Les Compagnons de la Chanson, seguiram excursionando pela Europa e EUA, sendo aclamados pela crítica e pelo público. A década seguinte foi complicada para Piaf. Em 1951, la môme sofreu um sério acidente automobilístico que deixou marcas em sua saúde. No mesmo ano ela se casou pela primeira vez, com o cantor Jacques Phill, que a trocou 4 anos mais tarde pela atriz Marlene Dietrich. Posteriormente, conheceu o pugilista Marcel Cerdan, tido como o seu grande amor, que morreu pouco depois em um acidente aéreo. Sua vida pessoal se tornou tão notória quanto suas canções. A bebida e os seus muitos romances contribuíram para aumentar o assédio por sua vida particular. Seus últimos 5 anos vida foram terríveis - os problemas de saúde aumentaram, obrigando-a a ser internada e operada várias vezes. Em outubro de 1962, ela casou-se com o cantor grego Theo Sarapos, 23 anos mais jovem. O relacionamento durou um ano, até a morte de Piaf no dia 11 de outubro de 1963, aos 47 anos.

No ano passado estive diante da casa onde nasceu Edith Piaf. Na verdade, ela nasceu na fria calçada de pleno inverno, sob o poste de iluminação pública defronte a casa de número 72 da rue de Belleville. Mas vi que infelizmente a Belleville da época de Piaf há muito se perdeu. Hoje o bairro abriga o maior número de imigrantes chinêses radicados em Paris, e a rue de Belleville está completamente descaracterizada - nela, uma infinidade de estabelecimentos comerciais com letreiros escritos em alfabeto chinês tomou conta do lugar, me trazendo um sentimento confuso. Um tanto dolorido até. Difícil de explicar. Mas a placa que ostenta o que restou da casa triste de número 72, não deixa espaço para dúvida: Ainda estamos sob o céu da minha amada Paris.

Sous le ciel de Paris s'envole une chanson, hum hum... Elle est née d'aujourd'hui dans le coeur d'un garçon...


No video, imagens de Edith Piaf em 1959 interpretando Mon manège à moi (tu me fais tourner la tête).

Les Catacombes de Paris

Confesso que esse não é o meu tipo preferido de promenade, mas não dava para deixar de fora um dos passeios mais curiosos da cidade: uma visita à cidade subterrânea - as catacumbas de Paris.

Formadas por um complexo de túneis subterrâneos de aproximadamente 300km de extensão, as catacumbas estão localizadas a 30 metros abaixo da superfície da capital francesa. O ossuário, que ocupa apenas parte dos túneis, começou a ser organizado em 1785 e foi aberto ao público como atração turística no início do século XIX. Calcula-se que o local contenha os despojos de 5 a 6 milhões de pessoas.

Algumas ruas subterrâneas correspondem em exatidão o traçado das ruas a céu aberto, e nesses casos existem placas indicando sob qual rua da cidade você está. Algumas placas esculpidas em pedra estão posicionadas em todo o percurso para dar um clima de suspense ao passeio. Portanto, quem não sabe francês pode se considerar em vantagem neste caso. Em cada ala das catacumbas existem placas explicativas, descrevendo o que aconteceu àquelas pessoas e de onde vieram as ossadas. Um dado curioso: os únicos corpos que foram sepultados diretamente nas Catacumbas foram os dos mortos nos combates da Revolução Francesa dos dias 28 e 29 de agosto de 1788 na praça do Hôtel de Ville, de 28 de abril de 1789 na Manufacture de Réveillon e do dia 10 de agosto de 1792 em Tuileries.

A visita não é recomendada aos que possam se impressionar, nem para quem sofre de claustrofobia ou rinite - o local é úmido, escuro e muito empoeirado. Além disso, reserve um fôlego para subir a escadaria na volta. E uma vez lá embaixo, cuidado com a cabeça, Joãozinho! O pé direito em alguns pontos é bastante baixo e sua altura pode variar. Apesar de ser um passeio um tanto mórbido, apenas no ano passado as catacumbas receberam mais de 253.000 visitantes. Este ano foi reaberta para visitação a galeria Port-Mahon das catacumbas, que estava fechada ao público desde 1995.

Catacombes de Paris
1 avenue du Colonel Henri Rol-Tanguy
Tel.: 01 4322 4763
Metrô: Denfert-Rochereau linha 4 ou 6
Abre de terça a domingo das 10h00 às 17h00

Jardin de Tuileries e Musée du Louvre

Guia Viver Paris! de alimentação básica

Tão importante quanto conhecer endereços originais e passeios descolados em Paris é não se esquecer do básico. Assim, este post apresenta um pequeno roteiro com restaurantes simples e bem bacaninhas para você fazer as suas refeições do dia a dia. São restaurantes que você vai encontrar facilmente durante seus passeios pela cidade e mesmo perto do hotel onde estiver hospedado. Lugares onde você pode fazer uma boa refeição sem gastar muito. Claro, nem só de endereços incomuns vive o viajante costumaz. Sempre é bom ter umas cartas na manga - sobretudo 'coringas' da restauration perisienne como os que vêm a seguir.

Cozinha francesa

Se você quer provar a culinária francesa sem gastar muito e sem o risco de se deparar com pratos muito inventivos, recomendo o Chez Clement. O restaurante tem um bom atendimento, ambiente agradável e decoração simpática - as panelinhas de cobre espalhadas pelas paredes são típicas da casa. Experimente o vin de cerise - o vinho de cerejas que é o aperitivo típico do restaurante. Na entrada, emincé de tomates, salade mêlée et parmesan a 5,80€. No menu principal, boas opções de carnes, aves, peixes e frutos do mar. Destaque para a assiette du rôtisseur express (frango assado com ervas, carne assada, lingüiça de pato e purê de batatas à manteiga a 14,90€. O Chez Clement também é um bom lugar para se experimentar as famosas ostras da Bretanha sem pagar uma fortuna - o preço da porção com 6 varia de acordo com o tamanho das ostras (9,60€ a porção de tamanho 4). Os profiteroles são as vedetes da carta de sobremesas. Serve vinhos em taças e tem menus completos na hora do almoço. Para os menores de 12 anos, um menu exclusivo com prato, sobremesa e bebida por 8,50€ - atualmente a unidade Bastille está com uma promoção interessante: Ao pedir uma refeição de adulto, o menu infantil é oferecido gratuitamente.

Chez Clement Bastille
21 boulevard Beaumarchais (e mais 13 endereços em Paris)
Aberto diariamente, serviço ininterrupto.
Tel.: 01 4029 1700
Metrô: Bastille linhas 1, 5 e 8
Ônibus: Parada Bastille linhas 20, 29, 65 e 87
http://www.chezclement.com/

Cozinha italiana

Para quem gosta de massas a grande pedida é o Bistro Romain. A proposta da casa é oferecer pratos da culinária romana em ambiente de bistrô. Atendimento e ambiente na mesma linha do Chez Clement. Destaque para o delicioso gnocchi ao pesto. E não estranhe se ao pedi-lo receber um prato de gnocchi ao molho de tomates - o garçom não errou o pedido. É que nesse prato do Bistro Romain o pesto esta dentro da massa. A experimentar, absolutamente. Também serve vinhos em taça e tem menu especifico para crianças.

Bistro Romain Cadires
122 avenue des Champs Elysées (e mais 16 endereços em Paris)
Aberto diariamente, serviço ininterrupto.
Tel.: 01 4359 9331
Metrô: George V linha 1
http://www.bistroromain.fr/

Pizza

A Pizza Marzano é uma rede internacional de pizzarias que conta atualmente com 2 unidades em Paris - destaque para a unidade Saint-Michel, que é toda envidraçada e oferece uma excelente vista da Notre-Dame. As pizzas individuais (do tamanho de um prato grande) têm massa fina e crocante, e você pode escolher entre pizzas com molho a base de tomate ou de creme fresco. Além das pizzas, a Marzano conta ainda com boas opções de entradas, como suas deliciosas bruschettas e saladas. Recentemente o restaurante incorporou também algumas massas e o calzone napolitano ao cardápio.

Pizza Marzano
Dois endereços em Paris:
2 place Saint-Michel (Metrô: Saint-Michel linha 4) e 30 boulevard des Italiens (Metrô: Chaussee d'Antin / La Fayette linha 9)
http://www.pizzamarzano.com/

Frutos do mar

Se der aquela vontade irresístivel de se esbaldar numa panela de mariscos, a grande sacada são os restaurantes da rede belga Léon de Bruxelles. Frutos do mar sempre fresquinhos e bem preparados com sete opções de receitas de mariscos servidos no caldeirão, além dos frutos do mar sortidos preparados na paella e duas opções de mariscos gratinados. Para escolta o seu prato, uma bela caneca de cerveja belga cumpre bem o papel. O Léon de Bruxelles costuma fazer promoções interessantes, normalmente concedendo redução de 10,00€ nos pratos para duas pessoas - você mesmo imprime seus cupons de desconto através do site.

Léon de Bruxelles
65 avenue des Champs Elysées (e mais 9 endereços em Paris)
Aberto de segunda a quinta e aos domingos e feriados das 11h45 às 00h00, sextas e sábados até a 01h00.
Tel.: 01 4225 9616
Metrô: George V linha 1
http://www.leon-de-bruxelles.fr/

Sandwiches na baguette


Se a idéias for uma refeição rápida, recomendo os saborosos sandwiches na baguette de duas redes igualmente - e realmente - boas: a Pomme de Pain e a Brioche Dorée. Além dos sandwiches, deliciosas tortinhas doces, folhados e mini-quiches. A Brioche Dorée ainda serve pizzas em pedaços e, claro, os brioches. Não deixe de experimentar os folhados de frutas, as Fruiandises. Os menus com sandwiche, tortinha doce e bebida em lata são uma ótima opção para quem quer fazer uma refeição rápida à sombra de uma árvore acolhedora escolhida à dedo.

Pomme de Pain Champs Elysées
50 avenue des Champs Elysées (e mais vários outros endereços em Paris)
Aberto todos os dias 24 horas.
Tel.: 01 4495 7114
Metrô: Franklin Roosevelt linha 1
http://www.pommedepain.fr/

Brioche Dorée
66 rue du Rivoli (e mais uma infinidade de endereços em Paris)
Tel.: 01 4804 5921
Metrô: Palais-Royal / Musée du Louvre linha 1
http://www.briochedoree.fr/

Hamburger / Fast food

Bateu aquela vontade de mandar tudo às favas e se acabar num menu grande de hamburguer, batata frita e Coca-Cola? Tudo bem... De vez enquanto a gente não apenas perdoa como entende e dá a maior força. Ao invés de entrar no primeiro McDonald’s que aparecer, experiemente a rede francesa Quick. É praticamente a mesma coisa que o McDo, mas com a vantagem de levar na montagem de seus lanches alguns queijos franceses como o Emmental e o Gruyére. Além disso, no Quick tem nuggets de peixe e queijo empanado. Ao pedir batata frita, prove a Rustique - Oh-là-là... Tá legal, não é nada saudável. Mas cometer um excesso desses de vez em quando não é nenhum pecado, certo?

Quick
63 boulevard Saint-Michel (e mais uma infinidade de endereços em Paris)
Tel.: 01 4326 3772
Metrô: Cluny - La Sorbonne linha 10
http://www.quick.fr/

Grelhados

Para quem não dispensa um grelhado, uma boa opção são os restaurantes Hippopotamus. O Hippo leva a sério a escolha do cliente em relação ao ponto da carne. Existe até um diagrama colorido no cardápio para que você possa escolher o ponto exato do seu grelhado - nem todo turista aprecia a carne mal passada da maneira como ela normalmente é consumida por aqui. O Hippo tem um ambiente descontraído, cozinha correta e bons preços. O menu também oferece opções interessantes para quem quer apenas petiscar enquanto bebe uma cervejinha com os amigos. Algumas unidades servem até uma sangria à moda espanhola bem caprichada, como a que fica proxima da Pont de Neully, por exemplo. Os restaurantes Hippopotamus também têm menu exclusivo para as crianças.

Hippopotamus
68 boulevard du Montparnasse (e mais vários outros endereços em Paris)
Tel.: 01 4064 1497
Metrô: Montparnasse Bienvenue linhas 4, 6, 12 e 13
http://www.hippopotamus.fr/

E ainda cabe aqui uma dica do Viver Paris! Consultar os sites desses restaurantes pode valer a pena. Alguns deles como o Chez Clement, o Léon de Bruxelles e o Hippopotamus costumam colocar na rede algumas promoções interessantes para o internauta.