A fontaine de Jarente é também popularmente conhecida pelos parisienses como fontaine de la Poissonnerie ou fontaine d'Ormesson e fica discretamente localizada nos fundos do impasse de la Poissonnerie - um beco curtinho situado no 4° arrondissement de Paris.Construída em 1783, a fonte fez parte de um plano de renovação do quatier, o qual na ocasião contou ainda com a abertura de novas ruas como a rue de Jarente, rue d'Ormesson, rue Necker e rue Caron, além da construção da place du Marché Sainte-Catherine.
Para mim, essa fonte é um dos pequenos 'tesouros escondidos' que muitas vezes acabamos descobrindo meio sem querer quando caminhamos a esmo pelas ruas de Paris.
Com seus bancos convidativos, a place du Marché Sainte-Catherine.Como o próprio nome sugere, o impasse de la Poissonnerie era na época ocupado por vendedores de peixe. Atendendo aos pedidos desses mercadores para que tivessem fácil acesso a água e assim lidar melhor com seus peixes, o mestre geral dos edifícios reais, monsieur Caron, incluiu no projeto de melhorias do quartier a construção da fontaine de Jarente.
Apesar da careta o sátiro que guarda a fonte é um sujeito boa praça.Apesar de ficar meio que escondida a fonte é suntuosa e tem aproximadamente 7 metros de altura. Ela é toda trabalhada em baixo relevo, com representações de emblemas da República Francesa, de golfinhos e cornúpias - o símbolo mitológico da fertilidade, riqueza e abundância. Na parte inferior da fonte, o filete de água brota da boca da máscara de um sátiro feita em bronze.
Bela e discreta, a fonte pode passar despercebida para quem apressar o passo.A fontaine de Jarente se tornou oficialmente monumento histórico da cidade em 17 de junho de 1925. Uma bela fonte que pode acabar passando despercebida para quem passa apressado ou distraído pelas ruas do quatier.





A materialização da serenidade: o imponente urso branco vigia o musée d'Orsay para a alegria dos visitantes.
Oba! Tem mais um: Em Dijon, outro belo representante da espécie. 
20 anos: tempo mais do que suficiente para que a pirâmide do Louvre se tornasse um clássico parisiense.
Foto HDR da pirâmide do Louvre (Floriden, Paris 2008).
Amplo e modernoso: assim é o amplo interior da pirâmide, a principal porta de entrada do Louvre.
Eu sei, Joãozinho... Eu sei... O Tom Hanks andou lá em cima... Mas me explicaram que não é nada salutar tentar fazer igual. É assim que você vai ver a pirâmide invertida do Carrousel du Louvre.
Em amarelo e verde para a Copa do Mundo de Rugby de 2007.
A dama de vermelho para festejar o ano novo chinês em janeiro de 2004.
E é assim que a vemos no dia a dia: Très, très belle... Comme toujours !
Nosso amigo, o Zouave: um vigilante incansável desde 1856.

A Géode 'em corte': princípios da física (e muita tecnologia) transportam os espectadores para dentro do filme.
Quando as luzes se apagam, simplesmente tudo o que está ao seu redor se tranforma na maior tela de alta definição do mundo.
A Géode é parte integrante (e importante) do bonito parque de la Vilette. Ao fundo, a Cité des Sciences et de l'Industrie.
A boa modernidade: Antigo espaço de embates entre homens e feras, hoje a Arène de Lutèce é um agradável espaço de convívio.
O podium: essas divisórias de pedra hoje abrigam bancos ideais para você botar a leitura em dia enquanto pega um solzinho.
Detalhe das jaulas no interior da arena.
